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FIESP/CIESP: Atividade industrial paulista cai 6,1% em 2015
PMI: Atividade econômica brasileira apresenta nova retração em janeiro
FGV: Indicadores de emprego melhoram em janeiroDados da Economia Brasileira
FIESP/CIESP: Atividade industrial paulista cai 6,1% em 2015
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) divulgou na última quarta-feira (03/02) o resultado de seu Indicador do Nível de Atividade (INA) da indústria paulista. Segundo o estudo a atividade industrial da região caiu 6,1% em 2015, pior resultado desde 2003. No mês de dezembro, a atividade recuou 0,6%, após contração de 1,2% em novembro.
Com o resultado de dezembro, o INA registrou contração de 3,0% no quarto trimestre com relação ao trimestre imediatamente anterior, sem influências sazonais. Esse foi o terceiro trimestre seguido de queda do indicador.
No fechamento de 2015, a variável Horas Trabalhadas na Produção caiu 12,9% e foi o destaque negativo entre as variáveis de conjuntura. O Total de Vendas Reais e o NUCI apontaram retração de 6,9% e 2,8 p.p, respectivamente.
O setor que apresentou a maior queda foi veículos automotores, que despencou 15,1%, sem ajuste sazonal. Além deste, a indústria de máquinas e equipamentos também encerrou o ano com queda expressiva (-14,7%). Na contramão das fortes perdas em diversos setores em 2015, o setor de celulose, papel e produtos de papel fechou o ano com uma variação ligeiramente positiva de 0,7%.
Por fim, o ano de 2016 prometo a continuidade de um cenário adverso para a indústria paulista, refletindo nos patamares ainda baixos da confiança do empresário industrial e do consumidor.
PMI: Atividade econômica brasileira apresenta nova retração em janeiro
Na manhã de ontem (03/02), o Instituto Markit divulgou o Índice de Gerência de Compra (PMI) Composto do Brasil. Segundo a publicação, já livre de influências sazonais, o PMI Composto (que abrange a indústria e o setor de serviços) registrou alta em janeiro na comparação com dezembro, passando de 43,9 para 45,1 pontos. Apesar do aumento do índice, por se manter abaixo dos 50,0 pontos, o PMI indica que a economia brasileira continuou em contração no mês de janeiro, sendo o décimo primeiro mês de recessão, o período mais longo em quase nove ano de coleta de dados.
O PMI do setor industrial atingiu 47,4 pontos em janeiro, e por estar abaixo dos 50 pontos, sinaliza outro resultado muito fraco do setor no primeiro mês do ano.
Com relação ao PMI de serviços, seu índice subiu de 43,5 para 44,4 pontos, mantendo-se inferior aos 50 pontos e atingindo o décimo primeiro mês de queda. Houve queda em todas as seis categorias monitoradas, com destaque para a contração mais acentuada observada em Aluguéis e Atividades de Negócios.
Por fim, conforme o relatório da Markit aponta, a forte estagnação observada ao longo de 2015 se mantem neste início de 2016, com reduções severas nos volumes de produção e nos novos pedidos, comprometendo a recuperação no curto prazo.
FGV: Indicadores de emprego melhoram em janeiro
Nesta quinta-feira (04/02) a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou o seu Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp). De acordo com a publicação, no mês de janeiro o indicador apresentou variação de 5,4%, na série com ajuste sazonal, passando de 70,0 pontos para 73,8 pontos, o maior valor desde janeiro do ano passado. Vale ressaltar que o índice busca antecipar a situação do mercado de trabalho baseado nas Sondagens da Indústria, Serviços e Expectativa do Consumidor.
A melhor satisfação com a situação corrente dos negócios (Sondagem dos Serviços) e do ímpeto de contratação para os próximos três meses (Sondagem da Indústria) foram os principais responsáveis pela alta do IAEmp em janeiro.
Com relação ao Indicador Coincidente de Desemprego ICD – também divulgado hoje pela FGV- o mês de janeiro registrou queda de 2,7%, atingindo 97,3 pontos, ante 100,0 pontos no mês anterior. Esse resultado sinaliza queda na tendência de aumento do desemprego.
Segundo a publicação, a melhora no IAEmp está mais relacionada com a redução da destruição de vagas do que a ampliação destas. Já com relação ao ICD, a melhora do resultado de janeiro não anula os resultados negativos dos meses precedentes, além do que o pessimismo com relação ao mercado de trabalho persiste.
Macro Visão é uma publicação da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP) Av. Paulista, 1313 - 5º andar - Cep 01311-923 - Tel.: 11 3549-4316
Diretor Titular do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos: Paulo Francini
Com o intuito de abrir espaço e incentivar novos artistas e grupos amadores de dança, a programação do II Festival Sergipano de Artes Cênicas irá incluir uma “Maratona de Dança”. A mostra, que está prevista para o dia 15 de abril, das 14 horas às 22 horas, pretende fomentar a formação de plateia, o acesso ao teatro e gerar visibilidade da produção cultural que está sendo realizada em Sergipe.
Promovido pelo Instituto Banese em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura (Secult), o Festival acontece entre os dias 27 de março a 30 de abril. Este ano, além das apresentações nos teatros e praças da capital sergipana, a programação será ampliada para outros municípios do interior do Estado.
Interessados em participar da “Maratona de Dança” devem efetuar a inscrição no período de 02 de fevereiro a 04 de março de 2016. Bailarinos que tenham idade menor que 18 anos devem anexar à inscrição autorização dos pais, devidamente registrada em cartório. O regulamento completo com a ficha de inscrição pode ser acessado em www.cultura.se.gov.br. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone (79) 3179-1916.
Como tradicionalmente acontece na Lavagem do Senhor do Bonfim em ano de eleição os candidatos que necessitam de votos preparam megas caravanas para se apresentarem na festa. Desta vez os aliados do prefeito ACM Neto (DEM) já estão quase prontos para operação de apoio ao gestor soteropolitano na Lavagem do Bonfim, mais tradicional festa da Bahia, que será realizada depois de amanhã.
O objetivo é reunir deputados, prefeitos, vereadores e lideranças políticas da capital baiana e de cidades do interior para acompanhá-lo durante os oito quilômetros do trajeto que tem início em frente à basílica de Nossa Senhora da Conceição da Praia, na Avenida Contorno, até a Igreja do Bonfim.
AS caravanas estão sendo mobilizadas pelos principais partidos da base de sustentação do prefeito de Salvador, como o PMDB, PSDB, PDT, Solidariedade, PPS e PV, além do próprio DEM.
No PMDB, os dois principais líderes, Geddel e Lúcio Vieira Lima não devem integrar à coalizão das oposições no Bonfim devido ao período de luto por conta da morte do pai, o ex-deputado Afrísio Vieira Lima (1929-2016).
Inevitavelmente, a Lavagem do Bonfim este ano, por se em ano eleitoral, políticos que pretendem disputar o pleito em outubro utilizam a festa, que costuma reunir milhares de soteropolitanos, baianos e turistas, como um termômetro eleitoral na capital baiana.
Young has rare and incurable genetic disease
Abul Bajandar, 26, is known as "man-tree". After 10 years of seeing grow in your hands and feet huge wart-shaped shell, it must finally undergo surgery to remove the deformities.
The newspaper "The Daily Star", he says feel intense pain when moving feet because of warts, which weigh up to 5kg.
"Maybe we can not provide an absolute cure, but maybe we can at least try to leave their functional hands," said Dr Samanta Lal Sen publication.
Rare and not contagious
There are only four people in the world identified with the disease, called epidermodysplasia verruciformis, or "disease-man's tree."
A failure of the immune system causes the non-contagious disease that increases vulnerability to human papillomavirus (HPV).
Na manhã desta quinta-feira (4), o prédio London Office Tower, localizado na Enseada do Suá, em Vitória, precisou ser evacuado por conta de um vazamento de gás de bateria de uma empresa de telecomunicações.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, o gás não é toxico, no entanto, pode causar reação alérgica. Os militares chegaram ao local por volta das 8h30, e logo o prédio foi evacuado. A equipe está ainda no edifício, que tem 11 andares, e ficará interditado enquanto o cheiro forte de gás permanecer.
O gás vazou de seis baterias, nobreak-, que estavam em uma sala comercial no 6º andar. Os equipamentos estão sendo lacrados para evitar que voltem a vazar. Segundo Rosângela Alves, que presta serviço para o London Office Tower, o vazamento deve ter começado durante a madrugada desta quinta.
A psicóloga Vera Santana, que tem um consultório também no 6º andar, acredita que o vazamento começou mesmo de madrugada, já que saiu do prédio por volta das 20h e estava tudo normal. O cheiro de gás foi sentido na manhã desta quinta.
A construção residencial na obra prevê sete torres de 16 pavimentos na área de 119 mil metros quadrados; o processo está em análise pelo Coman
NATÁLIA OLIVEIRA
A 2ª Vara dos Feitos da Fazenda Pública Municipal de Belo Horizonte concedeu, nesta quinta-feira (4), uma liminar a Ação Civil Pública proposta pela Defensoria Pública, que pedia a suspensão do processo de licenciamento ambiental para construções residenciais na Mata do Planalto, na região Norte da capital. O processo está em análise pelo Conselho Municipal do Meio Ambiente do Município de Belo Horizonte (Coman).
A decisão determina ao município e às empresas Direcional Engenharia e Petiolare Empreendimentos a obrigação "de não fazer quaisquer obras ou atividades que possam acarretar modificação, degradação, descaracterização, alteração, poluição, ou destruição ao meio ambiente na gleba conhecida como “Mata do Planalto”, até o julgamento final da presente ação. A multa, no caso de descumprimento, é de R$ 100 mil", informou a nota da Defensoria Pública.
A presidente da Associação Comunitária do Planalto e Adjacências (ACPAD), Magali Ferraz comemorou. "Estamos muito felizes com essa decisão, pois ela é um instrumento para adiar essa construção. A suspensão é um grande benefício, para o meio ambiente, o clima e a população de Minas", considerou Magali.
Nesta quinta-feira (4) às 10h a associação, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e a defensoria participam de uma reunião na sede do Coman para discutir o licenciamento. Às 14h haverá uma coletiva da Defensoria para dar mais informações sobre a suspensão da liminar.
No último dia 18 de janeiro deste ano o Comam já tinha concedida a licença prévia para a obra, composta por sete torres de 16 pavimentos na área de 119 mil metros quadrados. Porém, o Ministério Público de Minas Gerais questionou a decisão, argumentando a mudança dos nomes das construtoras envolvidas. Os moradores reclamam da decisão, já que a área seria de preservação ambiental.
Formações caretas, que não preparem profissionais para um mercado em que cada vez mais tecnologia e eficiência dão as mãos à capacidade de ser criativo, estão com os dias contados. Mas não basta ter um perfil inventivo: em ambiente empresarial, é preciso ser capaz de encontrar soluções viáveis, além de saber como gerenciar projetos e processos. Para isso, é fundamental saber aplicar tecnologia e conhecimento de maneira inteligente. A Universidade Veiga de Almeida saiu na frente e lançou o primeiro curso de Engenharia de Inovação do Rio de Janeiro, com uma grade mais diversificada, a exemplo do que o mercado de trabalho exige.
Segundo a Pró-Reitora de Graduação da UVA, Paloma Modesto, o curso funciona como as demais engenharias, e é comporto por um ciclo básico e de uma formação específica, em que o aluno faz um mergulho em atividades e disciplinas de empreendedorismo. A grande aposta é a forte base de formação pela solução de problemas, a famosa sigla Problem Based Learning (Aprendizagem Baseada em Problemas).
— Através dessa metodologia, o conhecimento é construído com maior protagonismo do estudante, em detrimento das tradicionais aulas expositivas. Como na vida profissional todos nós nos deparamos com situações (ou problemas) que vão exigir uma gama variada de saberes (e trabalho em equipe), o PBL apresenta-se como uma metodologia mais eficaz para a formação do profissional — explica Paloma.
Para a professora, o Engenheiro de Inovação é como um garimpeiro de oportunidades que possam se transformar em diferenciais num estalar de dedos e, para isso, precisa estar preparado para esse mundo veloz e em constante transformação.
— As questões sócio-político-ambientais também devem ser contempladas nesse currículo, e é uma tendência irreversível e em franco crescimento — completa Paloma, que aponta liderança, espírito investigativo, boa comunicação e interesses em diferentes áreas como características fundamentais para o profissional.
— O engenheiro de inovação pode atuar nos mais diversos segmentos e deve apresentar-se com um perfil diferenciado para solução e melhoria de processos, equipes e produtos. A complexidade das Organizações no século XXI aponta para a necessidade de um profissional que concilie, de maneira interdisciplinar, o conhecimento técnico com a solução criativa de problemas — diz.
As tradicionais charretes da Ilha de Paquetá estão próximas de desaparecer, mas a prefeitura e a Comissão de Proteção e Defesa dos Animais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Rio têm planos diferentes para substituí-las.
A Secretaria Executiva de Coordenação do Governo pretende trocar os veículos por carrinhos semelhantes aos utilizados em campos de golfe. Já a comissão da OAB, que está em negociação direta com os charreteiros, aposta em carros elétricos. Diversas denúncias de maus tratos em relação aos cavalos utilizados no local foram realizadas nos últimos anos.
Reynaldo Velloso, presidente da comissão, se reuniu em dezembro com os 17 charreteiros, que assinaram um termo de intenção, aceitando substituir as charretes pelos veículos elétricos. Agora, ele está buscando parceiros que ajudem na compra dos carros e pretende se reunir novamente com os condutores para que eles opinem sobre o modelo.
—Eles não querem triciclo ou carro de golfe. É um carro com pouca durabilidade e pouco conforto — defende Velloso, acrescentando que os veículos não são adequados para o terreno da ilha, com ladeiras e trechos de terra.
O presidente da comissão da OAB diz estar aberto a uma parceria com a prefeitura, mas afirma que um acordo direto com a Associação de Charreteiros torna o processo mais rápido. Sua previsão é que, em três meses, as charretes já estejam substituídas.
A secretaria confirmou o projeto de usar carros de golfe, mas afirmou que não há prazo para implementá-lo.
A memória pode consolar a perda das perdas? Vinda de uma família de artistas, Marília Pêra sempre defendeu com orgulho a história dos seus, enaltecida por ela com um talento nato. A morte em dezembro do ano passado deixou lacunas irreversíveis ao se pensar nas muitas vidas que jamais ganharão os contornos de sua criação precisa. Assim, a fotobiografia “Marília Soares Marzullo Pêra”, feita em parceria com a irmã Sandra, é agridoce: cristaliza lembranças ao mesmo tempo que alarga o espanto por uma despedida tão precoce.
Marília Pêra como a Darlene de “Pé na cova” Foto: Estevam Avellar / Estevam Avellar/Rede Globo/Divulgação
Viva e atenta, embora debilitada pelo câncer, a atriz viu o livro pronto e, segundo seu desejo, estaria presente também no lançamento, marcado inicialmente para o dia 14 de dezembro. Para evitar o desgaste com os autógrafos, ela sugeriu comprar uma câmera e, no lugar da tradicional assinatura, daria uma foto como recordação. A morte, dias antes, pontuou os eventos de maneira diferente: a obra chegou às livrarias no dia 22 de janeiro, quando Marília completaria 73 anos. A saudade se mantém inabalável na irmã caçula, a quem por vezes coube o papel de filha, mas nem esse sentimento é capaz de tornar seus dias melancólicos. “Melancolia é uma palavra musical, mas desafina”, conclui Sandra, às voltas com preciosas reminiscências.
No domingo anterior à morte, ela teve muita vontade de comer uma maminha
Sandra Pêra
— Tenho todas as lembranças comigo. A mais lindinha de todas aconteceu uma semana antes de ela morrer. Estávamos na sala de casa e, para distrair a cabeça, ela quis ouvir uma entrevista que ela havia dado para a rádio MEC. Fiquei sentada ao seu lado. Ela ficou sorrindo. Vi que aquilo fez um bem e falei para ouvirmos as bases do CD que ela estava gravando. Marília estava cantando lindo, baixinho... Ficamos ouvindo, conversando, fazendo planos — conta ela, de 61 anos, que acrescenta: — No domingo anterior à morte, ela teve muita vontade de comer uma maminha (risos). Fomos a uma churrascaria, e ela comeu maminha, polenta e ainda bebeu cerveja.
Ainda bebê com os pais, ambos atores, Dinorah Marzullo e Manoel Pêra Foto: Foto de arquivo
Apesar do lamento intenso, a atriz conta não ter se esquivado de ver os registros da irmã. Diferente dos sobrinhos e de Bruno Farias, marido de Marília, Sandra assiste aos episódios do humorístico “Pê na cova”, por exemplo. Olha, busca e vasculha tudo. Seria uma forma de costurar a distância? A ela, resta a constatação : “Ah, meu Jesus, ela não está mais aqui”.
O médico disse isso para ela sem que ninguém perguntasse. “Você já parou para pensar na sua finitude?"
Sandra Pêra
Ao relembrar momentos ao lado de Marília — muitos registrados na fotobiografia, motivos de inúmeras alegrias —, Sandra ainda se detém num dos episódios mais amargos da luta dela contra a doença, descoberta um pouco antes do carnaval de 2014. Em outubro do ano passado, após uma tomografia, o oncologista responsável pelo tratamento da artista afirmou que ela teria seis meses de vida. A informação, dita de forma bruta, acelerou o processo da morte, segundo Sandra.
— O médico disse isso para ela sem que ninguém perguntasse. “Você já parou para pensar na sua finitude? A partir de agora, você vai sentir muita falta de ar, vai perder os movimentos de não sei onde. Você tem seis meses de vida”. Ela ficou catatônica e nunca mais voltamos lá. Marília falava comigo: “Ele precisava dizer isso?”. E ficou se perguntando: “Então, eu vou morrer em abril? Em abril?”. Eu dizia que não, que ele era limitado. Sofremos muito juntas. Foi uma sentença. O cara que estuda os tumores precisa entender que em volta dos tumores existe uma pessoa ali, frágil — reforça ela, preferindo não revelar o nome do profissional: — Ele pode ler isso e dizer: “Mas eu tinha razão”. A questão não é essa. Ele deveria ter falado com a família antes e a gente decidiria como agir.
Marília Pêra caracterizada como Carmen Miranda no desfile da Império Serrano de 1972 Foto: Foto de Arquivo
Marília Pêra canta Carmen Miranda em musical de 2005 Foto: Leonardo Aversa / Leonardo Aversa/14.09.2005
Em meio ao severo tratamento contra o câncer, Marília se esmerou para abraçar os prazeres de seu ofício. Cantar, entre eles, a deixava especialmente feliz. Empolgada e afinada, começou a gravar um CD pela Biscoito Fino, mas o material não deve ser lançado. Trata-se de um desejo da própria artista, que apenas havia concluído a voz-guia, a base do novo trabalho. Dona de um ouvido exigente, não admitia que as canções fossem apreciadas pelo público sem terem sido devidamente finalizadas.
É muito complicado não tê-la, é muito esquisito, dolorido ainda.
Sandra Pêra
— Ela me pediu: “Pelo amor de Deus, não deixa isso sair”. E vai ser assim. A sensação que eu teria caso deixasse é que eu a estaria traindo. Ela não está mais aqui, mas é como se, de algum lugar, ela estivesse. Não sei explicar, é muito difícil. Não tem nada a ver com religião, eu não sou assim. Mas é muito complicado não tê-la, é muito esquisito, dolorido ainda. Espero que com o tempo as coisas se acalmem — ressalta Sandra, que afirma ter planos de fazer um acervo vocal dela: —Tenho coisas riquíssimas, compactos feitos há 50 anos.
A apresentadora Edna Savaget com quatro gerações da família no sofá: a avó (Antônia), a mãe (Dinorah), Sandra, Marília e Ricardo Graça Mello, primogênito de Marília. Foto: Foto de arquivo
Nos sonhos de Marília, ela mesma teria a chance de narrar este episódio num documentário.“Vou contar isso sem peso”, lembra Sandra os dizeres da irmã, cuja maior angústia era a possibilidade de não voltar a andar. Morreu dormindo, enfim, com inúmeros desejos suspensos.
A memória pode consolar a perda das perdas? Tensionada entre a cor forte da existência e o espanto da morte, a lembrança resiste valente nas imagens e sons, rastros de uma mulher preocupada em trançar os muitos fios de sua história, à revelia do tempo. Em testamento, contudo, a atriz pediu que ela não fosse grafada por outras pessoas.
— Ela mesma começou a escrever sua biografia, mas está tudo parado. Temos que respeitar o que ela pediu. Nossa vida toda foi feita de trabalho e amor, é o que temos uma pela outra — enaltece Sandra, guardiã das recordações da família.
O empresário Geraldo Goulart Neves, dono de uma das maiores fortunas do Brasil - com patrimônio avaliado em mais de 4.3 bilhões de reais e contratos bilionários sendo fechados com chineses -, anda muito preocupado com o futuro do Carnaval nas principais capitais brasileiras.
Pensando em resgatar o glamour e o luxo da maior festa popular do país, Gerlado se uniu a outros empresários do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Goiás para estudar uma maneira de deixar a festa ainda mais glamourosa.
A preocupação surgiu após as notícias das fracas vendas de camarotes nos sambódromos do Rio de Janeiro e de São Paulo, e da ausência de celebridades internacionais que trouxessem o tradicional brilho da festa como em anos anteriores.
Geraldo, que atua nos ramos da mineração e construção civil, com empresas como Rochas Brail, MKT, Goyaz Explorer Mineração e Terplac, pensa, inclusive, em comprar um camarote em 2017 e distribuir as credenciais para VIPs que levem prestigio para a festa de Momo.
Além disso, Gerlado também estuda junto a outros empresários investir também no carnaval de Goiás, para fomentar a festa no Centro Oeste.
Eventos importantes para Curitiba se adaptam ao roteiro econômico, encaram mudanças e continuam firmes
Grandes eventos do calendário cultural curitibano – como o Olhar de Cinema: Festival Internacional de Curitiba, o festival literário Litercultura, a bienal de quadrinhos Gibicon e o Festival de Curitiba, de teatro – têm um desafio em comum.
Nunca na história desses eventos os organizadores tinham chegado ao fim de janeiro com tão poucos recursos arrecadados pela lei de incentivo à cultura.
A crise econômica alcançou o setor do incentivo privado a projetos culturais, mas não se cogita o cancelamento de nenhum deles. Em alguns casos, os produtores terão de adaptar seus projetos para responder à crise.
Um dos organizadores do Olhar de Cinema, o produtor Antônio Júnior, garante a realização da quinta edição do festival entre os dias 8 e 16 de junho, mas destaca que foram necessárias “algumas mudanças estruturais que talvez o público nem perceba” para se adequar ao orçamento do ano.
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Manoela Leão, a diretora do Litercultura conta que o festival terá que se adaptar à crise e será “um pouco menor”, sem os capítulos ao longo do ano como nas edições anteriores.
Manoela avalia que a crise econômica teve três efeitos nas empresas que costumam apoiar projetos culturais.
As que davam patrocínio direto a eventos estão evitando gastos ou direcionando os recursos para projetos ligados a esportes em ano de Olimpíada no Brasil.
Além disso, algumas empresas fecharam 2015 no vermelho e não podem descontar do imposto de renda os recursos da lei Rouanet.
Assim, outras empresas que pretendem apoiar projetos culturais ficaram com mais demanda de projetos e menos recursos.
“Essas empresas, às vezes, têm que fazer ‘a escolha de Sofia’”, diz Manoela.
O Festival de Teatro de Curitiba ainda não divulgou oficialmente sua programação, mas comenta-se nos bastidores que o evento deste ano também será diminuído pelas contingências do mercado.
A organização da Gibicon também começou 2016 com menos recursos captados do que em outros anos.
Segundo o diretor geral, Fabrizio Andriani, há “sempre o risco de um evento desse tamanho não sair”, especialmente num ano em que a palavra crise é a que todo mundo fala.
“Talvez não fique do tamanho que a gente gostaria, mas tenho certeza de que vamos conseguir fazer e bem.”
Sensibilidade
Criada em 1991, a lei Rouanet possibilita que empresas apoiem projetos culturais e abatam o valor total no pagamento de impostos. No caso de pessoas jurídicas, a receita abre mão de parte, 4%. As pessoas físicas podem destinar até 6 % .
Antônio Junior, do Olhar de Cinema, destaca que o mecanismo é uma grande vantagem para as empresas.
“Muitas vezes o empresário paga tributos sem a certeza de como o recurso será usado. Apoiando um projeto como o Olhar de Cinema ele tem certeza do destino do dinheiro e associa o nome a um evento de grande visibilidade” , explica. “Nós acreditamos que os empresários terão sensibilidade para apoiar o festival que tem um crescimento de público constante.”
Prefeitura abriu os envelopes do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) nesta quarta-feira
Cinco empresas manifestaram interesse em fazer o projeto para implantação da marina na Beira-Mar Norte e o Parque Urbano de Florianópolis. A prefeitura abriu os envelopes de habilitação aoProcedimento de Manifestação de Interesse(PMI) nesta quarta-feira à tarde.
As interessadas são: Sulcatarinense, Squalo Consultoria e Engenharia, ARK7 Arquitetos Associados, Florianópolis no Mar-AJX & Karolyne Soares, Eagle Serviços Diferenciados Ltda. e Soligo Moritz Arquitetos Associados.
Os projetos serão avaliados por uma comissão e o resultado com os nomes dos habilitados deve ser divulgado no Diário Oficial do Município nesta quinta-feira (dia 4). As empresas habilitadas terão 120 dias para elaborar o projeto.
A marina é uma demanda antiga na Capital e será viabilizada por meio de uma parceria público-privada. A empresa escolhida na PMI faz a obra e em troca recebe a concessão da operação da marina e do estacionamento. Tudo, porém, ainda depende de licença ambiental, etapa que costuma ser demorada.
A prefeitura apresentou o projeto do espaço em julho do ano passado. Em novembro, recebeu da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (Acif) um estudo sobre aviabilidade de construção da marina. A estrutura deverá contar com 600 vagas molhadas para embarcações pequenas, médias e grandes, sendo 60 vagas de uso público. Já o Parque Urbano deverá ter 200 mil metros quadrados, onde devem ser oferecidas
Sobre a PMI
O Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) n° 01/2015 consiste na Chamada Pública nº 836/SMA/DLC/2015, que visa a orientar e autorizar a participação de interessados na estruturação de um projeto de concessão comum para a construção, operação e manutenção de um parque urbano com marina, destinado à atracação de embarcações de pequeno e médio porte, estacionamento e áreas recreativas terrestres, localizado na avenida Beira-Mar Norte.
O processo compreende o desenvolvimento de estudos, soluções tecnológicas, análise de viabilidade jurídica e econômica, além de informações técnicas ou pareceres, que os habilitados deverão apresentar para viabilizar a construção e operação de marina e a implantação e manutenção do parque urbano.
A forte chuva que atinge Porto Alegre desde a noite desta quarta-feira (03) provoca alagamentos em diversos pontos da cidade. Entre os locais com acúmulo de água, segundo a EPTC (Empresa Pública de Transporte e Circulação), estão Goethe, Mariante, Dona Laura, Ipiranga, Silva Só, Assis Brasil, Cristóvão Colombo, Voluntários da Pátria, Salvador França, Azenha e A.J. Renner.
Vinte sinaleiras estão fora de operação e 19 ruas continuam com bloqueio total ou parcial devido à queda de árvores após o temporal que castigou a Capital na sexta-feira (29). A EPTC alerta que, se possível, os motoristas evitem circular pelas ruas da cidade na manhã desta quinta-feira (04).
Como se já não bastasse a perda de valor da moeda brasileira, as viagens ao exterior ganharam mais um obstáculo na virada do ano: o fim da isenção do IR (imposto de renda) retido na fonte em remessas para gastos com turismo, além de saúde, educação e manutenção de dependentes fora do País. Como a RF (Receita Federal) pretende tributar em 25% qualquer valor enviado para fora destinado a pagamento de serviços, muitos desses custos podem ganhar um acréscimo em dólar de 33%.
Segundo o advogado Alexandre Herlin, simples remessas para pagamentos de reservas em hotéis, parques ou locação de veículos teriam de recolher o IR na fonte. “Mas como, provavelmente, nenhum fornecedor de serviços no exterior vai aceitar receber 25% a menos, a base de cálculo de incidência do tributo terá de ser reajustada”, explica o tributarista. Na prática, significa que, para cada 100 dólares que o fornecedor do serviço receber, o turista terá pago 133 dólares.
Todo esse imbróglio resulta de uma interpretação da RF sobre a expiração do prazo para o benefício, introduzido pelo artigo 60 da Lei 12.249 de 11 de junho de 2010 e detalhado na instrução normativa 1.214, de dezembro de 2011. O texto indicava a data de 31 de dezembro de 2015 para a validade do limite de 20 mil reais para isenção do IR retido na fonte em remessas para gastos com turismo, saúde, educação e manutenção de dependentes fora do País.
A instrução também previa isenção para a pessoa jurídica no caso da cobertura de gasto com seus empregados fora do País. Para as agências de viagem e turismo o limite era de 10 mil reais ao mês por passageiro. Para se ter uma ideia dos montantes movimentados em algumas das atividades que contavam com isenção, os gastos com educação fora do País somavam 804 milhões de dólares em 2015 até novembro; com saúde, outros 5 milhões de dólares, viagens de negócios, 1,538 bilhão de dólares; e viagens pessoais, outros 9,321 bilhões de dólares.
Conforme a Receita, como não houve prorrogação, todas as operações passam a pagar IR de 25%. Por meio da assessoria de imprensa, o órgão informou que uma ampliação do prazo precisaria de lei, portanto fora do âmbito de sua competência. A Receita afirma que “a interpretação dada pela RF é que a partir de 1 de janeiro de 2016, as remessas ao exterior para pagamento de serviços classificados como gastos pessoais, no exterior, de pessoas físicas residentes no País, em viagens de turismo, negócios, serviço, treinamento ou missões oficiais estão sujeitas à tributação do IRRF à alíquota de 25%, independentemente do valor remetido”.
Especialistas, no entanto, apontam falha na interpretação. Segundo tributaristas, sem um novo dispositivo, todos os valores remetidos para turismo ou custeio de saúde, educação e manutenção de dependentes fora do País ficariam isentos de IR independentemente do valor. A leitura tem por base o artigo 690 do Decreto 3.000 de 1999, que aponta não haver retenção na fonte nas remessas para pagamento de custos com educação, saúde, manutenção de dependentes e outras modalidades.
Para Herlin, o entendimento da Receita é que a Lei 12.249 teria revogado o decreto, mas, segundo o tributarista, o decreto ainda é válido. “Para prevalecer o entendimento da Receita, o dispositivo do decreto teria de ser revogado, o que não ocorreu. Um decreto presidencial tem mais força do que uma interpretação técnica do órgão.” Como há dúvida sobre a interpretação, bancos e corretoras podem cobrar o IR dos clientes e, antes de haver a judicialização, alguma empresa ou tributarista pode fazer consulta formal à Receita, mas para isso é necessário ter fatos concretos, como uma operação em andamento.
Governo pode rever alta de imposto.
Pressionado pelo setor de turismo, o governo federal admitiu que estuda baixar a alíquota de 25% de IR que passou a ser cobrada sobre remessas em dinheiro ao exterior. O Ministério da Fazenda informou que “comprometeu-se em apresentar uma proposta ao setor de turismo”.
Quando o imposto é cobrado: – Compra de pacotes de viagens ao exterior (hotel, passagens e serviços em geral); – Pagamento de cursos fora do País para escolas e centrais de intercâmbio; – Envio de dinheiro a parentes para cobrir custos pessoais; – Compra de passagem aérea de países sem acordo de reciprocidade com o Brasil (alíquota de 15%).
Quando não há imposto: – Compras com cartão de crédito em sites internacionais; – Pagamento de hotel e serviços de turismo no exterior; – Compra de passagem aérea de países em que há dupla tributação com o Brasil; – Transferência bancária para o exterior ou compra de moeda estrangeira; – Reserva de hotel estrangeiro feita em site dentro do Brasil. (Folhapress e AG)
Almost 20 years ago, the computer Deep Blue stunned the world by becoming the first machine to win a chess game against a world champion, then the Russian Garry Kasparov. Built just for this purpose by IBM - American company focused on the information technology area - Deep Blue was based mainly on the "brute force" to beat Kasparov.
The computer was able to calculate 200 million moves per second, its programming included a database with hundreds of thousands of openings, desenrolares and games closures, both classical and fed by other great masters, to set the destination of its parts. Still, the feat was hailed as a major breakthrough in the field of AI (artificial intelligence). Only now, however, scientists have been able to do the same with the oriental origin game "Go". In a study published in the journal Nature, researchers from Google DeepMind, research arm in IA Area technology giant, based in the UK, report how they used new approaches in neural networks to overcome the challenge.
It created about 2500 years in China, the "Go", also known as "Igo" in Japan and "Baduk" in Korea at first glance seems simple. Armed with white and black stones, two players must place them alternately at the intersections of a square board with 19 lines on each side so as to completely surround the largest possible area or the opponent's pieces, which are thus removed from the game. Who wins in the end have the largest amount of controlled intersections (fully enclosed) and taken stones.
As the tray begins to be filled, however, the complexity of the game increases exponentially. This requires a careful balance between defense and attack, that due to the large area of search and the difficulty of assessing positions and movements, was long considered one of the greatest challenges in the field of AI.
To overcome it, scientists from Google DeepMind created a program, called AlphaGo, which uses two neural networks operating in parallel to make their moves. The first, called "value network", evaluates positions on the board, while the second, "policy network", decide the movements.
Moreover, these two networks were trained with an unprecedented combination of "deep learning" with millions of plays of human experts to find out what would be the most likely answers to your every move, reinforced by machine starts against herself to focus on the result desired departure, the victory, and not in the efficiency of each single move.
In the game.
With this, instead of calculating all the movements and possible results until the end of the game, as did the Deep Blue, the program analyzes only the best momentary positions and in the near future that will give him an advantage in the game, limiting their movements and strategies the more favorable. Thus, the number of evaluations it does is thousands of times smaller than was the IBM computer.
Thus, last October the AlphaGo won a tournament against the current European triple champion of "Go", the professional player of Chinese origin Fan Hui, for five to zero. And next March, he will face South Korean Lee SEDOL, leader of the world rankings the past ten years, in a new series of five matches being seen as an even greater challenge.
"Our approach put AlphaGo much closer than humans do players than any previous attempt," says David Silver, head of the research team responsible for developing the program.
The performance AlphaGo in matches against Hui was so good that some experts even had difficulty identifying who the machine and who was human to be presented to the rolls without knowing beforehand who made them.
President Barack Obama convenes a meeting on the Zika virus, in the Situation Room of the White House, Jan. 26, 2016. (Official White House Photo by Pete Souza)
If you've been thinking about traveling to warmer climates or have been catching a few news stories, you may have heard about something called the Zika virus -- a disease spread primarily through mosquito bites.
Zika causes mild illness in some, however, we are closely tracking and responding to recent outbreaks of this virus because the Centers for Disease Control (CDC) issued reports that indicate Zika may be linked to serious birth defects in babies of mothers who were infected with this virus while pregnant.
While this virus is not new, it is new to the Americas. The first case was reported in Brazil just last spring. Since that time, it has spread through South and Central America, and the Caribbean. No locally transmitted Zika cases from mosquitoes have been reported in the continental U.S., but cases have been reported in travelers returning from areas where Zika is present. As Zika continues to spread in our region, the number of cases among travelers visiting or returning to the U.S. is likely to increase.
As a mother, I know how important it is to have all the information you need to keep yourself and your family healthy and safe. There is still much we don’t know about this virus. To help keep you up-to-date as we learn more, we have all the latest updates you need in one place:www.cdc.gov/Zika.
What is the Zika virus?
The Zika virus is spread primarily through the bite of an infected mosquito. These are the same mosquitoes that spread other viruses like dengue and chikungunya. Only about one in five people infected with the Zika virus will feel sick. In those that do, symptoms are usually mild and can include fever, rash, joint pain and red eye.
Zika is primarily spread to people through the bite of infected Aedes mosquitoes. It can also be transmitted from a pregnant mother to her baby during pregnancy, though we do not know how often that transmission occurs.
Where are people contracting Zika?
People are contracting Zika in areas where Aedes mosquitoes are present, which include South America, Central America and the Caribbean. As the CDC notes, specific areas where the Zika virus is being transmitted are likely to change over time, so please check here for the most updated information.
Who is at risk of being infected?
Anyone who is living in or traveling to an area where the virus is found is at risk for infection.
Why are there specific recommendations for pregnant women?
There may be a link between a serious birth defect called microcephaly -- a condition in which a baby's head is smaller than expected-- and other poor pregnancy outcomes and a Zika infection in a mother during pregnancy. While the link between Zika and these outcomes is being investigated the CDC recommends that you take special precautions if you fall into one of these groups:
If you are pregnant (in any trimester):
You should consider postponing travel to any area where the Zika virus is active.
If you must travel to an active region, talk to your doctor first and follow the steps to prevent mosquito bites during your trip.
If you are trying to become pregnant:
Before you travel, talk to your doctor about your plans to become pregnant and the risks posed from infection.
Right now, there is no vaccine to prevent this disease. The best way to prevent diseases by mosquitoes is to protect yourself from getting bitten. Here’s how:
Wear long-sleeved shirts and long pants.
Stay in places with air conditioning or that use window, door screens, and netting to keep mosquitoes outside.
Use Environmental Protection Agency (EPA)-registered insect repellents. All EPA-registered insect repellents are evaluated for safety and effectiveness.
Treat clothing and gear with permethrin or purchase permethrin-treated items.
Sleep under a mosquito bed net if you are overseas or outside and are not able to protect yourself from mosquito bites.
Should we be concerned about Zika in the United States?
The U.S. mainland does have Aedes species mosquitoes that can become infected with and spread Zika virus. U.S. travelers who visit a country where Zika is found could become infected if bitten by a mosquito.
With the recent outbreaks in the Americas, the number of Zika virus disease cases among travelers visiting or returning to the United States will likely increase. These imported cases may result in local spread of the virus in some areas of the United States. CDC has been monitoring these epidemics and is prepared to address cases imported into the United States and cases transmitted locally.
The President recently met with CDC Director Dr. Thomas Frieden and his other health and national security advisors to discuss the potential spread of the Zika virus in the U.S. He emphasized the need to accelerate research efforts to make available diagnostic tests, to develop vaccines and therapeutics, and to ensure that all Americans have information about the Zika virus and steps they can take to better protect themselves.
You can stay up-to-date on all the latest information here: www.cdc.gov/zika