Embora pouco explorado pelos analistas, há um fato político novo, uma aparente inversão nas ruas. Plenamente perceptível por imagens e dados, falta ainda a teoria que a explique.


Desencanto, fato momentâneo, fim do “ciclo de vida do produto”? O que houve com os “amarelos”?
Retorno da ideologia, fato novo, um objetivo unificador – a defesa da democracia? O que houve com os “vermelhos”?
As ruas estão mudando de cor?
PS1: em São Paulo, a PM do Alckmin viu 3 mil pessoas em 16 de dezembro e 1 milhão em 15 de março. As fotos estão aí em cima, o senso de ridículo não.
Nota da PM de São Paulo, em 17 março:
"Em relação ao número de participantes na manifestação de ontem (16), alguns órgãos de imprensa erraram ao informar o número fornecido pela Polícia Militar. Foi noticiado apenas três mil manifestantes como número total, confundindo e desinformando a população. O registro de três mil manifestantes refere-se ao início da manifestação, atingindo 50 mil manifestantes no seu ápice, pela contagem da PM".
A imprensa usou o número de 3 mil participantes no dia 16 de março nos jornais televisivos e no dia 17 de março nos jornais impressos. Faltou, no mínimo, agilidade a PM para retificar a informação em tempo hábil para evitar o mal-entendido. Esse tempo houve.
Para outros casos de números divergentes: “a polêmica sobre número de manifestantes”.
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