segunda-feira, 28 de setembro de 2015

O QUE HÁ POR TRÁS DO TRANSPORTE COLETIVO INEFICIENTE (ANGELO MONTEIRO)

                         
O QUE HÁ POR TRÁS DO TRANSPORTE COLETIVO INEFICIENTE

Amigos e Amigas, não paira sombra de dúvida que, o transporte é um das vitais artérias para o desenvolvimento econômico, tanto das cidades, dos estados, e,sobretudo, do país.
Dentre eles, o transporte coletivo, onde, no mínimo 99% (noventa e nove por cento) de usuários são trabalhadores, estudantes, e outros com atividades necessárias, dentre da classe dos trabalhadores, este articulista, principalmente, de segunda à sexta.
Pois, muito bem, este articulista se locomove pelo transporte coletivo férreo na Região Metropolitana de São Paulo (CPTM e Metrô). Estamos notando que, com o aumento das passagens, veio a piora dos serviços, aumentaram as falhas dos trens, elétricas e outras mais, a continuidade de ausência de expansão do Metrô, que a nível de cidades do porte de São Paulo, infinitamente menor de todos.
Mas, dotado de um bem elaborado e sistematizado esquema de corrupção, que já surrupiou bilhões de reais dos cofres públicos, vide do nosso dinheiro.
E infelizmente, neste caso específico, os políticos estão “escapando” dos processos e investigações, os quais, estão recaindo sobre funcionários com cargos de comando e confiança, justamente nomeados por esses políticos.
Agora, pergunta-se se os governos estaduais de São Paulo, não permitisse esses esquemas de corrupção, eles sobreviveriam e ainda por longo tempo?
Trata-se de uma indagação que merece ser levada ao Ministério Público Estadual e a Justiça Estadual.
Mas, na outra face da moeda, tem o usuário, que além de “perder tempo precioso” dentro do transporte coletivo, o que acaba afetando o seu sono, o ritmo do trabalho, a sua saúde física e mental, pois, é levado ao stress de lutar por vaga nos trens, ou por assentos, arriscando-se, principalmente, hos horários de pico, sem conta que, já criou-se a perigosíssima “cultura do empurra”, e “desembestamento”, mesmo em horário não considerado de pico.
E com isso, dependendo da linha que você precisaria usar para tentar “encurtar” a sua viagem, não dá para utilizar, pois, para chegar no seu destino você tem que utilizar um caminho mais longo e com isso, mais baldeações.
E agora, enfrentando desligamento de escadas rolantes, principalmente, em horários de pico, e em estações sem o mínimo de infraestrutora para receber os passageiros, principalmente, os terminais que tembém servem de entroncamentos.
E o Governo continua com a mesma tônica, indo devagarinho com as obras e compras de novos trens, quando não há interrupções por recomendações do Tribunal de Contas do Estado
Portanto, se o Governo não muda o histórico,agilizando a expansão e melhores, pergunta-se, O QUE HÁ POR TRÂS DISSO?  Necessitamos respostas..
 Escrito por Angelo Monteiro – Advogado

Sócio da MM Gestão Empresarial

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