Amigos e Amigas, não paira
sombra de dúvida que, o transporte é um das vitais artérias para o
desenvolvimento econômico, tanto das cidades, dos estados, e,sobretudo, do
país.
Dentre eles, o transporte
coletivo, onde, no mínimo 99% (noventa e nove por cento) de usuários são
trabalhadores, estudantes, e outros com atividades necessárias, dentre da
classe dos trabalhadores, este articulista, principalmente, de segunda à sexta.
Pois, muito bem, este
articulista se locomove pelo transporte coletivo férreo na Região Metropolitana
de São Paulo (CPTM e Metrô). Estamos notando que, com o aumento das passagens,
veio a piora dos serviços, aumentaram as falhas dos trens, elétricas e outras
mais, a continuidade de ausência de expansão do Metrô, que a nível de cidades
do porte de São Paulo, infinitamente menor de todos.
Mas, dotado de um bem
elaborado e sistematizado esquema de corrupção, que já surrupiou bilhões de
reais dos cofres públicos, vide do nosso dinheiro.
E infelizmente, neste caso
específico, os políticos estão “escapando” dos processos e investigações, os
quais, estão recaindo sobre funcionários com cargos de comando e confiança,
justamente nomeados por esses políticos.
Agora, pergunta-se se os
governos estaduais de São Paulo, não permitisse esses esquemas de corrupção,
eles sobreviveriam e ainda por longo tempo?
Trata-se de uma indagação
que merece ser levada ao Ministério Público Estadual e a Justiça Estadual.
Mas, na outra face da
moeda, tem o usuário, que além de “perder tempo precioso” dentro do transporte
coletivo, o que acaba afetando o seu sono, o ritmo do trabalho, a sua saúde
física e mental, pois, é levado ao stress de lutar por vaga nos trens, ou por
assentos, arriscando-se, principalmente, hos horários de pico, sem conta que,
já criou-se a perigosíssima “cultura do empurra”, e “desembestamento”, mesmo em
horário não considerado de pico.
E com isso, dependendo da
linha que você precisaria usar para tentar “encurtar” a sua viagem, não dá para
utilizar, pois, para chegar no seu destino você tem que utilizar um caminho
mais longo e com isso, mais baldeações.
E agora, enfrentando
desligamento de escadas rolantes, principalmente, em horários de pico, e em
estações sem o mínimo de infraestrutora para receber os passageiros,
principalmente, os terminais que tembém servem de entroncamentos.
E o Governo continua com a
mesma tônica, indo devagarinho com as obras e compras de novos trens, quando
não há interrupções por recomendações do Tribunal de Contas do Estado
Portanto, se o Governo não
muda o histórico,agilizando a expansão e melhores, pergunta-se, O QUE HÁ POR
TRÂS DISSO? Necessitamos respostas..
Escrito
por Angelo Monteiro – Advogado
Sócio da MM Gestão
Empresarial

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